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ANO 10 - ED 121 - OUTUBRO DE 2009

Projeto da Escola João Paulo II
precisa de novos parceiros

Claudia Gabardo

Com a obra quase pronta, meta agora é organizar
o custeio de manutenção para o primeiro ano letivo.

A poucos dias da conclusão da obra que dotará a periferia de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, de uma escola comunitária de Ensino Fundamental de excelente padrão pedagógico, o esforço agora é para atrair pessoas e empresas interessadas em fazer colaborações em dinheiro para a manutenção mensal do empreendimento. Quem conta é o presidente da instituição sem fins lucrativos João Paulo II, Belmiro Valverde Jobim Castor, que já conseguiu reunir em torno do seu projeto cerca de sessenta pessoas.

A futura escola é um prédio de 1,6 mil metros quadrados projetado pelo arquiteto Manoel Coelho. Ela fica na Rua Estefano Kavetski, 65, bairro Laranjeiras, e está sendo erguida com recursos da entidade beneficente que também empresta ao empreendimento o nome do falecido Papa polonês.

Finalizada a colocação das esquadrias,
dos vidros e dos batentes das portas,
a pintura e o acabamento dos pisos,
o paver em conclusão, vidros e portas
estão sendo colocados, instalações
elétricas estão em andamento...
mobiliário, paisagismo... Logo, tudo
estará pronto para a inauguração.

Quando entrar em funcionamento, no próximo ano letivo, acolherá simultaneamente cem crianças de 4 a 6 anos em classes de Educação Infantil. Elas passarão o dia todo no local onde, além de educação pré-escolar, terão direito a refeições, lazer e higiene supervisionada. O projeto pedagógico também prevê a oferta de contraturno escolar para outras cem crianças matriculadas em classes de 1ª a 4ª série – a primeira metade do Ensino Fundamental - do Colégio Júlia Wanderley.

O público alvo do empreendimento, explica Castor, são os filhos de famílias de baixa renda da região e que terão acesso ao programa pedagógico elaborado pela equipe do Colégio Bom Jesus, de Curitiba, conhecido por sua excelência. “Nossa meta é oferecer educação de qualidade equiparável às melhores escolas para quem não pode pagar por elas. Para isso, precisamos de mais parceiros que queiram conhecer e se engajar no nosso projeto”, conta ele, que é administrador e educador em instituições de ensino superior.

O projeto do Centro de Educação João Paulo II começou a ser gestado há 2,5 anos a partir de um sonho comum entre Castor e sua mulher, a educadora Thereza Elizabeth Castor, e saiu do papel há pouco mais de doze meses, com o início das obras. A ideia era que, a essa altura de 2009, a construção já tivesse terminada. A chuva em excesso, no entanto, retardou os planos do casal e dos amigos que, ao longo desse período, foram se engajando à causa.

A Diretora, Professora Elisangela, acompanhada de professoras e funcionárias da Escola Municipal Julia Wanderley, que será diretamente beneficiada pelo Centro, uma vez que seus alunos irão fazer o contraturno no CEJPII, completando assim sete horas e meio de escolaridade diária. As facilidades do Centro (biblioteca, sala de artes, canchas, etc), também poderão ser utilizadas pelas professoras e pelos alunos da escola pública municipal.

A meta do grupo, agora, é atrair o interesse de pessoas ou organizações que se disponham a fazer contribuições regulares mensais de no mínimo R$ 100,00. “É um custo pequeno, em termos individuais, mas de grande impacto para o universo de crianças atendidas”, assegura Castor.

Os interessados em participar dessa nova fase da consolidação do Centro de Educação João Paulo II deverão entrar em contato pelos telefones (41) 3079.7810 (com Eliane Aguiar) e (41) 3018.9625 (com Silvana Braga) ou, ainda, pelo e-mail: joaopaulosegundo.piraquara@gmail.com. Além de obter informações, também será possível agendar visita ao local.

A partir desse momento, porém, é possível fazer uma visita virtual ao projeto através do site: www.joaopauloii.ning.com.

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