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C o m u n i c a ç ã o
d e  C i ê n c i a  e  F é


O   n   l   i   n    e
Abril de 2003

Jornal Visão Judáica:
Liberdade, o Bem e o Mal

A edição nº 11 do jornal Visão Judaica é dedicada ás festas de Purim e Pessach, a primeira, algo parecido com o Carnaval, muito embora tenha uma outra dimensão — registra a vitória do Bem sobre o Mal, encarnado por Haman, o sinistro conselheiro do rei persa Asuero, que planejava o extermínio dos judeus, mas acabou enforcado na própria corda, e a segunda, lembra a libertação dos israelitas da escravidão de 400 anos no Egito, a travessia do Mar Vemelho, os 40 anos vagando pelo deserto, Moisés e os mandamentos e o retorno a Israel.

O jornal traz novidades e entre elas uma nova coluna chamada Olhar High Tech, com informações sobre as tecnologias desenvolvidas nos mais importantes centros de pesquisa em Israel, os avanços na medicina e as descobertas que trazem benefícios a milhões em todo o mundo.

Entre as matérias de destaque há uma reportagem originalmente produzida num jornal canadense que traça um perfil do ditador do Iraque, Saddam Hussein, que o editorial do jornal considera ser o moderno Haman que também sonha acabar com os judeus. Visão Judaica recorda que em 1991 ele lançou contra Israel mais de 30 mísseis Scud, que paga sem fazer segredo disso US$ 25 mil para cada homem–bomba que se suicida matando consigo civis israelenses e observa que ele cometeu genocídio contra seu próprio povo, ao matar 30 mil curdos com armas químicas que negava possuir e agora, durante a segunda guerra do Golfo prometeu usá-las na invasão de Bagdá.

Destacando que ninguém em sã consciência deseja a guerra, o jornal indaga o que se pode fazer para derrotar o Mal? E responde com as palavras do famoso caçador de nazistas Simon Wiesenthal: “Passei parte da minha vida caçando os praticantes do mal, não por vingança, mas buscando justiça a fim de proteger as futuras gerações dos horrores pelos quais passei. Aprendi que não se pode esperar indefinidamente por providências contra ditadores. Hitler ascendeu ao poder em 1933, mas durante seis anos o mundo não tomou providências. Tivesse sido ele levado a sério, poderiam ser salvas as vidas de milhões de inocentes. Devemos nos lembrar que a liberdade não é um presente que cai do céu, mas que devemos lutar por ela a cada dia."

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