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Belmiro Valverde Jobim Castor
Prof. titular do Dep. de Adm. Geral Aplicada da UFPR; doutor em Filosofia (PhD) em Adm. Pública pela University Southern California, LA; ganhador do Prêmio Henry Reining, conferido pela University Southern California à melhor dissertação doutoral em Adm. Pública; consultor empresarial de diversas entidades públicas e privadas; ex-dietor superintendente do Banco Bamerindus do Brasil; ex-diretor internacional do Banco Bamerindus; Secretário de Estado do Planejamento - PR (1974-78 e 1983-84). Têm participado de vários congressos internacionais como conferencista entre outras atividades ligadas ao desenvolvimento do Cone-Sul (Mercosul), modernização mercadológica bancária e tecnológica das instituições financeiras, modernização do Estado, etc. Publicou O Brasil não é para Amadores - Estado, Governo e Burocracia na terra do jeitinho e participou
como co-autor de Burocracia e Reforma do Estado (Edições Loyola).

Burocracia e Reforma do Estado

Belmiro Valverde Jobim Castor e outros
Edições Loyola


Já está disponível "Burocracia e Reforma do Estado" (Edições Loyola), novo tema dos Cadernos Adenauer, que tratam de assuntos relacionados ao desenvolvimento de uma sociedade democrática.

O livro "Burocracia e Reforma do Estado", que traz a contribuição de Belmiro Valverde Jobim Castor, PhD em Administração Pública e professor titular de Mestrado em Administração da Universidade Federal do Paraná (UFPR); Luiz Carlos Bresser-Pereira; Maria Rita Loureiro; Clóvis Bueno de Azevedo; Anna Maria Campos; Dércio Santiago Jr.; e debate cenários atuais vividos pelo país.

Os Contornos do Estado e da burocracia no Brasil
Um resumo do texto de Belmiro

O processo de formação e desenvolvimento do Estado brasileiro foi fortemente influenciado pelas condições históricas da colonização do Brasil pelos portugueses, que resultaram em alguns traços característicos: uma relação tutelar entre o Estado e a nação; a criação de uma burocracia fortemente centralizadora e intervencionista; e a formação de um empresariado fortemente dependente de autorizações, proteções e favores oficiais.

A partir de 1930, o Estado assumiu a liderança do processo de modernização econômica e social do país, criando para isso um enorme aparato produtivo e de fomento, conhecido como "modelo desenvolvimentista". Tendo exercido vital influência na vida do país durante décadas, tal modelo foi condenado à obsolescência por fatores externos e internos a partir da década de oitenta. A partir de 1990, toma a frente o chamado "paradigma da competitividade internacional", caracterizado por uma rápida abertura aos capitais e comércio internacionais, associada à privatização das empresas estatais e à redução do peso do Estado na economia.

O artigo demonstra que, a partir de então, por força da própria estratégia governamental, iniciou-se, também, um processo de pauperização financeira e de sucateamento operacional do aparelho do Estado que vem progressivamente minando sua capacidade de cumprir seus papéis institucionais e de prestar serviços públicos na dimensão e na qualidade exigidas por um país com graves carências e desigualdades sociais.

Informações: www.adenauer.com.br

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