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LIVROS

Flores manchadas de sangue,
um livro que é uma homenagem
ao artista plástico Claudio Seto


Foto: divulgação

A família publicou e lançou no início de maio, em Curitiba, o livro que foi o último trabalho de Claudio Seto, falecido em 2008. Qualquer pessoa que tenha alguma ligação com histórias em quadrinhos no Brasil certamente já ouviu falar do artista plástico Claudio Seto. O desenhista, considerado por muitos como o primeiro mangaka (autor/desenhista de mangás) do ocidente e que por muitos anos fez ilustrações para a imprensa do Paraná, faleceu em novembro do ano passado, mas sua obra continua viva.

“Flores manchadas de sangue” é uma compilação de cinco histórias: Flores Manchadas de sangue, O monge maldito, Idealismo frustrado, O sósia e A flor maldita.

De acordo com informações de seu filho, Noriyassu Seto, as histórias foram publicadas originalmente nos anos 60 e 70, mas, para essa versão, recebeu algumas roupagens novas e comentários do próprio autor.
Ele explica ainda que o livro estava pronto antes do falecimento do autor e que necessitou fazer algumas alterações. “A orelha do livro teve que ser refeita, assim como a quarta capa. O conteúdo não foi alterado”, garante.

Para Noriyassu, o lançamento do livro, bem como outros projetos de Claudio Seto, são uma forma de prestar homenagem à memória dele e de dar continuidade com seus sonhos e projetos. Em agosto será lançado o livro Bushido - Colonização japonesa no Paraná, que meu pai fez em parceira com a jornalista Maria Helena Uyeda e tem o documentário Samurai de Curitiba, dirigido pelo Rober Machado, que será de cunho autobiográfico, entre outros projetos”, conta.

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