![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
| |
|
|
|
|
|
|
BRINCANDO DE DEUS
Pode o homem “brincar de Deus”? Se o desenvolvimento da ciência e suas fantásticas descobertas genéticas são obras humanas, pode o homem utilizá-las em qualquer circunstância a seu favor? Ele pode realmente decidir quais são os “melhores” representantes da espécie e interferir na concepção? A biologia desenvolveu-se de maneira expressiva nas últimas décadas, e a genética tornou-se sua expressão mais popular. Dentro desse contexto, esta obra expõe argumentos surpreendentes ao apresentar uma análise histórica da genética e uma rápida incursão na teologia. O molho teórico dessa análise é a chamada bioética, estudo que tem se tornado um espaço de diálogo interdisciplinar e plural na área das pesquisas científicas. E o autor deixa clara sua intenção, ao dizer que “não podemos suportar um duplo padrão ético em pesquisa, como se as pessoas de comunidades carentes pudessem ser sujeitos de pesquisas jamais aprovadas nem toleradas nas comunidades abastadas dos países nos quais a pesquisa fora planejada”. Para o autor, que é doutor em Teologia pela Escola Superior de Teologia / Instituto Ecumênico de Pós-Graduação em Teologia (EST/IEPG), de São Leopoldo, RS e coordenador do Núcleo de Bioética no bacharelado em Teologia da PUC-PR, em Curitiba, PR, a bioética é o termômetro que mede até onde o homem pode “brincar de Deus”. Serviço |
|