Na
Liberdade da Solidão
Thomas
Merton

"É
um extraordinário tratado sobre a meditação, com
que nos presenteou o grande mestre do silêncio e da contemplação,
Thomas Merton", disse Tristão de Athayde, em comentário
ao livro original, no jornal Diário de Notícias de 21 de
junho de 1959.
Em prosa eloqüente e profunda, Merton fala a favor do direito inalienável
do homem ao silêncio e à liberdade interior. A sociedade,
declara o autor, depende da solidão inviolável de seus membros.
Não é constituída de números ou de unidades
mecânicas, mas de pessoas.
Ser pessoa implica numa responsabilidade e liberdade, e estas sugerem
uma certa solidão interior, uma noção da própria
realidade pessoal, um senso de integridade e da capacidade que se tem
para se dar à sociedade.
Estas são convicções úteis para todos os que
têm coragem de olhar para o infinito.
Editora Vozes - 95 páginas

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